Quantos Estudiosos da Simbologia ?

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Adeus Blog ...

Apenas para dizer que o Simbolizante mudou de casa! Deixará de lado o blog, para se mudar para o Wordpress! Aqui segue o link:


www.simbolizante.wordpress.com

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Samurai X

Samurai X - Episódios Online

Nickelback: Something In Your Mouth

Pensa

Goastas de banho de água quente? Gostas de sentir a água quente a escorrer pelo teu corpo? Pensa em mim debaixo do chuveiro.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sociedade

Eles penetram. eles penetram na sociedade. Eles penetram-se na peida de cada elemento, da sociedade. Eles enfiam-se brutalmente no cu da sociedade. A sociedade é violada e mijam-lhe para cima com as merdas que dizem. A sociedade é passada para segundo plano quando se fala em liberdade. A sociedade vive uma liberdade que não é verdade. A sociedade deveria ter referendo sobre o tema de ontem. Deixem os gays casar... Afinal, até o engenheiro leva na bilha .

Beijei

Estava a chover. Beijei-te molhada . . . nao era da chuva.

domingo, 15 de novembro de 2009

Adoro

Adoro o barulho da tinta a pingar o papel

Adoro a sinfonia ao ritmo dos versos

Adoro o Sol que entre pela janela dançando em sombra com a caneta

Adoro a dor do pulso permanente e assídua

Adoro o TGV de ideias que me visitam todos os dias

Adoro banhar-me em criatividade à noite

Adoro ejacular pérolas literárias de manha

Adoro a brasileira que trabalha no bar ao fundo da rua

Adoro a falta de não haver um bar ao fundo da rua

Adoro imaginar que há um bar com uma brasileira no fundo da minha rua

Adoro o calor da minha mulher

Adoro que me leva e me trás, sem sair dos braços dela

Adoro a 'Lídia' a entrelaçar os dedos com tal Pessoa

Adoro a bipolaridade de sexo amoroso

Adoro amor caseiro à moda de Bissau

Adoro a 'Lídia' que ainda entrelaça mais os dedos

Adoro a versatilidade dos teus sons mais verdadeiros

Adoro ser embalado em teus tímidos seios

Adoro quando fico a suar abraçado a ti

Adoro escrever e amar-te

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ode de Dar e Dar e Dar

Podem-me chamar homem exemplar
Podem admitir que sonham ser como eu
Eu nasci para dar, e dar, e dar
Eu serei o homem que de tanto dar, morreu
Eu dou e dou e dou, não consigo parar
Eu nasci para dar e dar e dar
Embate explosivo, nasci para dar e dar
Eu explodo e mando-te pelo ar
Eu nasci para dar e dar e dar
Eu vou ser o homem que mais deu
Eu vivo apenas a dar e dar e dar
Serei o único que enquanto estava a dar morreu
Eu já dei tanto, e penso continuar
Eu sou o homem que nasceu para dar e dar e dar
De tudo o que já foi dado, não me lembro nem de metade
Porque quando dava, dava mesmo, dava com vontade
Dava com vontade porque é assim que se deve mandar
Porque eu sou o homem que nasceu para dar e dar e dar
Chama-me feiticeiro por dar o dia inteiro
Mas quando dou ceifo-te as searas, sou ceifeiro
Efeitos visuais ceifados espalhados pelo ar
E ceifo e ceifo e ceifo, porque nasci para dar
Ainda me falta dar tanto
Ainda há tanta coisa que não tenho para dar
Mas quando tiver, decerto que darei
Porque nasci para dar e dar e dar
Eu não quero saber do que tenho de fazer
Quero saber de dar até morrer
Quero saber de dar até não poder
Quero saber de dar e dar e dar até doer
Quero dar, dou como tu gostas
Dar dou pela frente, e falta ar se dou pelas costas
Enquanto te queixas por eu dar tanto
Eu vou dar para outro canto
Vou dando andando entretanto
Eu dou nas asas demoniacas de um santo
Eu dou nas asas de voar
Nasci para dar e dar e dar
Tenho instintos de assassino
Nascido para matar
Mas não chego a matar tanto como dou
Porque quando dou é mesmo para dar
Mas gosto de ver pornografia
Em dias de maior melancolia, alivia
Levanto-me de bandeira içada e abro a breguilha
E dou e dou e dou na bilha
Dou na bilha de gaz
Gasifico-me para outra ilha
Dou para onde ninguém me pode chatear
Porque odeio quando se metem e eu estou a dar e dar e dar
Eu sou lixado, o mais lixado
Dos que podes ter o que te deixa mais no estado molhado
Porque dou e dou e dou
E dou conta do recado
Recadinhos e pombos correio nunca me impressionam
Pombinhos que me ensonam
Que dormem e ressonam mas não adiantam muito
Estamos num mundo demasiado atrasado
Ou fui eu que nasci no século errado
Enviado do futuro, não sei como cá vim parar
Sei apenas que vim para dar e dar e dar
Sou selvagem, sou viciante e vicioso
Sou quem dá e dá, dou mas é perigoso
Mas sou teimoso
Não sou facil de aturar
Mas atura-se mais facil na base do dar e dar e dar
Irrequietação impossivel de conceber
Tanta adjectivação por fazer
Tanta coisa se podia dizer
Mas ninguém diz
Não há coragem para falar
Chumbado no teste de imaginar
Não me imagino sem dar e dar e dar
Eu passo ao teste
Infecto-te com afecto como a peste
Tenta la chegar
A dar e dar e dar
Cura-te com o remédio a injectar
Injecto-te por onde calha
Entre as rochas ou monte de palha
Nem importa muito o lugar
Importa sim..
Dar e Dar e Dar.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Velha Pátria

Ele ouvia a velha a falar...

Ela queixava-se de todo o corpo
Falava do que tempo que já não ia durar
E de como o velho já andava torto
Na mesa da cozinha ela abria-se para o novo
E ensinava-lhe o que uma mulher quer
As peles caídas e vividas de um povo
Abanavam pelo braço, até a mão que segurava uma colher
Comia um pudim flan
E bebia litros de malibu cola
A velha era tudo, menos sã
Nas cuecas levava o pão, faziam de sacola
A luz do candeeiro de luz florescente
Faziam-lhe realçar a pele oleosa
Mas nas grutas das rugas era eminente
Como a devastação tinha sido furiosa
Acabou o malibu e o pudim
E a velha disse em tom de conclusão
Agora que te ensinei a dar valor, dá-mo a mim
A velha pátria, a tua velha nação

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Prefácio de um Suicídio de Sociedade

'Em tempos de guerra não se limpam armas'...
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Escrever antes de cometer um suicídio parece tão cliché. Acho que ao longo dos tempos todo o ritual do suicídio foi deixado um pouco de lado, e até mesmo trocado, por um final bruto da vida de quem por alguma razão não a conseguia aguentar das melhores das formas, ou até mesmo, de forma nenhuma (ou alguma, como preferirem).
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Como é cometer um suicídio? Acho que nunca vamos conseguir ter uma resposta que mereça realmente ser ouvida.. Se o suicídio foi bem elaborado, duvido piamente, que essa pessoa vos consiga dizer seja o que for. Por outro lado, se essa pessoa por alguma razão conseguir sobreviver a esse processo de finalização de vida, não será uma resposta que merece destaque, não viveu todo o momento.
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Não viveu o momento … É interessante usar esta expressão quando se fala sobre deixar de viver, logo se o objectivo é não viver mais, que já esse momento não viveu já se suicidou em parte, continuando vivo. A Morte e a Vida não são completas até ao fim, se não soubermos aproveitar o melhor dos dois mundos (sim, melhor dos dois mundos, acho mesmo a Miley Cyrus uma linda miúda). Vejam a vida como um 'Best Of' em DVD, e em só alguns casos, alguns quer dizer muito poucos, em Blu-Ray com direito a HD. Existe claro um leque de pessoas que gosta de ver esse vídeo em Fast-Forward, cada um reproduz as coisas como bem lhe sabe melhor.
A verdade é que todos estamos a ver um DVD de edição limitada ao Stock Existente, e imaginem, o Stock só tem um, e que muitas vezes, nem é o vosso número! Esperem, um DVD não tem tamanho.. Vamos fechar os olhos e por um momento, vamos fingir que sim !
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Eu posso dizer que o meu DVD é dos mais estranhos que podia ter arranjado, preferia um só largo, ou um só apertado, mas não um que encolhe-se e estica-se como um gato a espreguiçar-se! Um dia acordo e isto é apertado e sinto-me asfixiado, sinto que não tenho espaço para fazer alguns movimentos de ginastica, o que me impede de poder arriscar, sinto-me controlado e sob carregado por tanta coisa a apertar. Noutros dias, é tão largo que nem o sinto em cima, e nesses dias, consigo ir onde nunca tinha ido, consigo dizer o que nunca tinha dito, consigo ser o que nunca ninguém foi.
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O que muita gente não sabe, é que esse tamanho é controlado por vocês Vocês têm o maior poder de todos, o poder que ninguém vos pode tirar (menos que vos metam em estado vegetativo), o poder de decidir! O poder de escolher, o poder de PENSAR!!! O PODER DE PENSAR! Falar de morte e de pensar no mesmo texto pode parecer um pouco estranho, mas o que não é estranho? Tudo é estranho, se acharmos tudo estranho. Não há um livro que diz como temos ou não de pensar, agir e reagir. Porque afinal somos livres. Se eu quiser andar nu, se calhar não vou ser bem visto.. mas eu não sou livre? Se calhar eu quero andar com um penteado com uma cor alucinante e toda a gente vai olhar, mas eu não sou livre?
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A liberdade é a maior mentira que nos dão diariamente, e em doses industriais. Comparo essa liberdade que eu tenho como o acto de dar uma chucha a uma criança pequena quando ela chora por fome. Aquilo não é comida, mas ela fica caladinha .
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Acho que me vou calar antes que eu seja censurado por um qualquer engenheiro socrático.. Se a Manuela foi.. mas ela sempre teve uma grande boca (trocadalho do carilho) .

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Mini Ode de um Sr. Proxeneta

Adoro tomar banho e andar em pelota
E andar nu a mexer ovos na cozinha
Adoro também a forma como enfio a bolota
Na peida, da minha vizinha
Adoro andar nu pelo elevador
Mas não gosto que ninguém se intrometa
E em dias de maior amor
Chamam-me, Sr. Proxeneta
Mas nem todos os dias são de respeito
Eu já vivi isso na pele
Mas quando me apanham e me venho a eito
Venho-me jarras cheias de mel
Não gosto que interrompam a programação
Prefiro ver o que vai a seguir na minha ZON BOX
Mas mesmo assim, quando é melhor não
Eu deliro a ver, as series da FOX
Gosto das ter comigo a ver TV
Mas nem sempre elas dão valor
Nem quando as deixo ver o Você na TV
Elas deixam de me ter rancor
Se querem respeito, façam por isso
Talvez assim, eu tenha consideração
Mas até lá, fiquem-se por me chuparem o chouriço
A mim, vosso Patrão
Não interessa se a TV tem cor
Ou se quando me venho faço uma careta
Seja com ou sem amor

Chamem-me sempre, Sr. Proxeneta

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Roaring Elbow !!

Sinto aquela adrenalina a correr-me nas veias. Gosto do que sinto quando arreganho os dentes,
sinto as minhas bochechas a recuarem, o pescoço a fazer notar as veias. Sentir a pulsação
acelerada.

Gosto de rodar e sentir os meus pés a pisarem o ringue de uma maneira estupidamente
forte e rápida. Adoro a forma como ergo o braço e sinto o peito a esticar. Deliro com o cerrar do punho e a de fazer braço rijo e firme.

Gosto de dançar sobre mim próprio momentos antes do verdadeiro momento chegar. Adoro o choque de carnes. Adoro conseguir sentir toda a minha força num só movimento. Gosto de sentir que consigo deixar alguém aos meus pés.

Finalmente o trabalho árduo valeu a pena. Finalmente recolho os frutos dos antebraços inchados de semanas e semanas. Os olhos vermelhos de tempo em frente ao computador deram em algo bom.

Por fim consigo ver que nada foi em vão. Sentir que noites de estudo esmiuçado deu lucro. Por fim, quando enfio o meu cotovelo na cara de alguém, penso, mas que bom Roaring Elbow.




domingo, 11 de outubro de 2009

Como bato.

Bato forte, fortemente
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Enquanto chamo por ti
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Se me venho, ou não me venho?
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Não me vim certamente
.
Porque nunca me venho assim.

Prostituição!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Autopsicografia Simbolica

Odeio o nome poeta

Faz-me sentir que sou antiquado

Escrevo poemas ou apenas um texto pateta
Dispenso ser rotulado
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Sinto-me incompleto
Se não passar para escrita o que sinto
Mas quando passo, apresento o meu intelecto
E deixo ler a verdade da realidade que minto
.
Abro o mundo diariamente
O Império que me fez Imperador
E torna-me tão Simbolicamente
Como a mestria em Pessoa, um fingidor
.
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Homenagem ao melhor escritor português de todos os tempos, que a sua alma e mestria para a escrita descansem em paz.
Fernando Pessoa : 1888-1935

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

LIBERDADE!

Em dias de maior introspeção e que sinto a chuva a bater-me na cara
Sinto uma vontade imensa de correr despido na avenida
Sinto que cada hora e palavra é uma dádiva rara
E que nem sempre lhes damos o valor, a correr na estrada da vida
Cada lágrima passa a ser um beliscão como se fosse um acordar para a realidade
Os sons da chuva que cai ecoam na minha cabeça como badaladas de séculos passados
E no meio da chuva desejo correr pela avenida de mão dada à liberdade
Tiro a minha camisa e corro por entre caras de olhos fechados

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Enfim . . .

Vamos por partes
Eu sou fã de novas artes
Perder manhas e perder tardes
Beber cafés e comer tardes
Na esplanada dos desembarques
Enfim . . .
Dá-me cobertura
Quero um Sol de longa dura
Um trevo de loucura
Não me traves a ternura
Eu não estou à tua altura
Enfim . . .
Dou-te o que queres
Só quero que me esperes
Mil homens e mil mulheres
Não me interessam pequenos affairs
Voa, não me superes
Enfim . . .
Sê mais querida
Não te vou deixar perdida
É mais curta que comprida
Tão bem mal compreendida
Mas finge-te surpreendida
Enfim . . .
Mas ouve-me bem
Eu não irei muito além
Quem sabe até fique aquém
Eu sei que não sou ninguém
Não vou muito rápido dos 0 aos 100
Enfim . . .

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Quero.... - 04/09/2009


Quero poder estar deitado onde as lendas se deitam. Quero poder jantar com reis e rainhas, senhores do mundo novo e do que ainda não foi descoberto. Quero conseguir entender tudo aquilo que dizes, tudo aquilo que fazes e tudo aquilo que pensas. Quero estalar todo o meu corpo, munir-me e fazer-me à guerra. Quero que penses que te vou levar, mas... não seria de bom tom um senhor levar uma dama para uma caçada ao Tigre. Quero que não sintas falta desse teu passado e me troques. Quero que não sintas falta de quem tinhas e me troques. Quero que me vejas como um, e apenas um. Não e nunca 'mais' um. Quero ser o primeiro a pisar aquele terreno que anseia por ser pisado. Quero poder pegar-te em meus braços e levar-te a descobrir os sítios onde apenas poderias sonhar em ir. Deixar-te na boca aquele travo amargo de desejo enquanto te nego mesmo sendo o que mais desejo. Quero sentir que toda a tua alma se consegue unir com a minha com apenas um olhar. Quero fazer de ti uma mulher, como mereces.

domingo, 30 de agosto de 2009

Por ti.

Arrepiado, a dor que não abandona
Não dorme mas ressona
Deitada ao meu lado
Não fala, mas diz o que é preciso
Faz da tua falta o meu aviso
Que me deixa afundado
Faço, real e ilusão
No limite do coração
Onde não me defendo
Não dou nem abro mao
Do que doeu até entao
Porque é assim que me entendo
É assim que me vejo ao espelho
Entre uma injuria e um conselho
De quais me cerco
E sigo, sem paz nem sossego
Com horror, pavor e medo
E á raiva me descerco
E admitir, é o que mais me custa
Que a vida deve ser justa
E que eu mereço o que passo
Mas és tu, quem me levara acima
Deixar a vida de sarcofima
Enquanto depois me escapas
Levanta-me e deixa-me cair
Mas mesmo assim consigo rir

Porque és tu que me matas

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Condena-me pelo que falo

E se falar de posições sexuais?

Quem será o primeiro a apontar o dedo?
Alguém que diz que tanto faz e fode
Mas só se fode por ter medo
Secalhar não sabe tanto quanto julga
Secalhar não o quer admitir
Que em todas as fodas de pulga
Nunca se conseguio vir
Será alguém do clero
Com uma veste celestial
Que me dira que foder é pecado severo
Para além de imoral?
Ou será uma pessoa modesta
Que me dira que sou inccorecto?
Secalhar é ela que é esta
Que leva com ele bem erecto
Sera tão dificil quebrar preconceitos?
Faz um esforço, eu insisto
Se não conseguires calar a boca de por defeitos
Por favor chupa-me isto
Não serão essas hipocrisias
Ainda maiores tabus?
Enfiem essas porcarias

Todas nos vossos cus.