Quantos Estudiosos da Simbologia ?

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Webzine Muro

Antes de mais hoje dou destaque a um projecto do qual eu me orgulho bastante de fazer parte. Venho comunicar a todos os caros leitores (que cada vez são mais), que já está disponivel o segundo número da Webzine Muro. Podem ver esse belo trabalho seguindo o link:


Opiniões, sugestões, reclamações ou mesmo simples ilusões podem ser confessadas ao grande Simbólico Mor, o Simbolizante máximo .

quarta-feira, 15 de abril de 2009

destinto da restante gente

Este não é o meu habitat, não é aqui que pertenço
Sou uma peça de puzzle de um espaço diferente

Cada dia que passa,cada ideia e pensamento que eu penso
Me destingue da restante gente
-
Este não é o meu lugar, não há espaço para mim aqui
Ou será que sou eu que não me encaixo correctamente
Será que sou diferente, semelhante ou até igual a ti
Acho que é isso que me destingue da restante gente
-
Acho que são filmes que eu faço, ideias descabidas
São balões de bobagens que vagueiam na minha mente
Ou será que tudo é real
E que sou mesmo destinto da restante gente

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Palavras fodidas aposto...

Sem fazer la muito sentido, senta-te comigo



Não vou ser amigo, não vou ser marido



Nem sequer tenhas a ideia



Vou ser apenas conhecido


Vou ser o homem que tu queres na cama



O homem que pensas que te ama



Mas não



Irritas-me e fazes notar a veia



Jão não me aceleras o coração



Nem dás sequer tesão




Para um foda simples, fico-me pela mão



Essa ao menos não me chateia.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Trapo simples de complexidade humana

Já passaste ao lado de um mal trapilho
E se passaste sentiste desdém
Mas esse mal trapilho não te é indifrente
Ele é como toda a gente mesmo não sendo ninguém
Nos teus olhos ele é nada mais que um parasita
Nada mais que um miserável
Um triste, coitado, abandonado
Para ti , nunca serás assim, achas inimaginavel
Esse farrapo velho de gente
De quem tu gozas, e abusas
É apenas uma das vitimas
Da humanidade que tu recusas
É melhor olhar para o teu umbigo
Que olhar para o mundo verdadeiro
Aquele onde tu és apenas mais um
Mais um como tantos um's
Onde se revela o lobo de pele de cordeiro
Aquele mundo que tu não imaginas existir
Mas que existe, e que te rodeia
O mal trapilho que tu odeias por assim ser
Mas por ser assim ele não te odeia
Enquanto cospes para o chão ao passar
Ele passa o dia a sorrir
Pode nem ter vontade de aqui andar
Mas ao contrario de ti prefere não fugir
Faz dele um verdadeiro homem como tu dizes ser
Um verdadeiro homem como te tentas vender
Um verdadeiro homem como querias ser quando crescer
Mas levanta a camisola, despata o teu umbigo e fica a olhar
Poque a bola de cristal só vai mostrar
Que tu seres um homem, jamais vai acontecer
Um dia outras gentes virão
E vais perguntar-te como ninguém percebeu
Quando vires esse mal trapilho que era vilão
E entenderes e gritares 'Este mal trapilho, também sou eu'

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Eu não sou de muito apego

Eu não sou de muito apego
Nesses sentimentos a que me nego
E em homenagem a meninice, brinco com os brinquedos velhos
Brinco por saber que não é tempo para brincadeira
Mas farto de ter nexo e fazer tudo á boa maneira
Chega dessa boa maneira que eu nego
Eu não sou de muito apego
Quando brinco inocentemente contigo
Não brinco como amigo
Fico mais perdido
Não sigo o mapa, o mapa nego
Eu não sou de muito apego
Queres-te apegar? Vies-te bater a porta errada
Não sou a pessoa acertada, certo para coisa nenhuma
Certo para nada
Espero que encontres pessoa certa, que te dê segurança
Para não sentires medo
Pois sabes musa, sabes que eu
Eu não sou de muito apego

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Sonho acordado...

Na noite mais escura
Cada vez que os teus olhos se fecham
Nos teus sonhos consegues voar
Onde na realidade não te deixam
-
Em sonhos não tens de dizer nada
Todos falam a mesma fala
Nos meus sonhos vouo até ela
E nos meus sonhos consigo amá-la
-
Nos meus sonhos eu sou senhor
E dono de reinos, de terras e mar
Sonho durante a noite escura

Até voltar a acordar

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Amor Voterno...

Avó- Chega aqui á avó meu filho.
Neto- Mas se és minha avó não sou teu filho. Tás mesmo velha oh macaca.
Avó – Voce devia ter mais respeito por mim, eu passei muito para voce ter o que tem hoje!
Neto – Porque? Devia-te agradecer pelo cabelo oleoso ou pelo acne? (o neto espeta uma chapada na cara da avó, e faz a placa resaltar dentro da boca)
Avô- Que voce está fazendo á sua avó?
Neto – Sai daqui defunto! (manda um pontapé na bengala do avô, este cai, e de seguida o Neto ganha balanço e enfia os seus Nike entre as costelas do avô.
Avó – Por favor pare!
Neto - Mando-te uma chapada nessa cara feia brasileira que tu tens, velha!
Avô – Eu acordei de olhos fechados, estou aqui no chão, sem a minha bengala, sem meus dentes...
Neto – Dentes? Tu lavas os dentes? Da próxima vez que fores lavar os dentes usa os meus pintelhos como fio dental velho! (e manda um tremendo sopapo na cara rugosa do avô)
Avó- Meu filho, voce enlouqueceu?
Neto – Ou voce se cala, ou eu arremeço o meu punho em direcção á sua cara!
Avó – Mas nós lhe demos tudo aquilo que voce sempre quis! Sempre teve as melhores roupas, os melhores jogos de video..
Neto – Eu não quero saber disso! Eu quero algo que me seja mais util, que seja mais próximo! Não quero saber do teu dinheiro! Só quero uma camisola quentinha, feita em tricot pela minha vovó !
Avó – Mas meu filho, eu não sei tricot...
Neto – Ai não? (o neto saca de uma faca, e degola ali a avó, cortando de seguida o seu próprio estomago, sofrendo assim uma morte honrada)